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O meu Big Brother

Vivendo com pessoas do trabalho e aprendendo que as diferenças nem sempre devem ser respeitadas

 

O big brother começou faz pouco tempo na TV, acho que três semanas, no entanto pra mim tem mais tempo, já que tirando as férias de alguns dias de janeiro com os meus pais, estou “confinado” com colegas de trabalho desde do início de dezembro.

É engraçado perceber quando se passa muito tempo junto com as mesmas pessoas o desgaste das relações interpessoais, as respostas ásperas e a falta de interesse em entender as diferenças de cada um. Mas, no entanto, uma coisa que sempre é dita no Big Brother da TV, as máscaras caem rapidinho, ainda mais quando se trata de trabalho. Pessoas que pareciam extremamente inteligentes têm uma vida pessoal totalmente insana, comportamentos infantis e reações surpreendentemente fora da realidade a qual foi inserido. Alguns tentam se auto afirmar por meio de coisas que não são suas e assim por diante.

Vou explicar pra vocês como funciona o dia-a-dia da casa:

A equipe, formada por oito pessoas, trabalha em um shopping de Balneário Camboriú em dois turnos; manhã e tarde divididos em quatro. Nada anormal até aí. Às vezes podemos sair à noite para baladear, conhecer alguns lugares diferentes, ir à praia.  Mas o “X” do desgaste não mora aí, ele está na convivência diária e ininterrupta – casa e trabalho – com pessoas que se comportam de maneiras distintas e, na maioria das vezes, não toleram o comportamento diferente dos outros. Ou pode ser que não procuram se adaptar ao novo segmento de vida conjunta, já que existem coisas que você pode deixar de fazer para não incomodar uma grande parcela das pessoas que moram com você.

Realmente passar muito tempo com as mesmas pessoas tentando dividir comida, gasolina, gostos e gastos é algo complicado. Sem contar que existe a necessidade de lidar com egos do “melhor motorista” que tenta provar que não o “de menor” como conhecido no escritório sendo o chofer da galera; dirigindo mesmo quando existem outros dois motoristas para revezar na casa. Existem ainda as crianças que brincam de trabalhar e namorar, que provam por “A+B” que casais não podem trabalhar juntos (mesmo tendo um raríssimo exemplo de que essa fórmula pode dar certo na porta da frente), ainda mais em casos como esse de “confinamento”, pois os problemas das discussões infantis em casa são levados para o trabalho e vice-versa. Tem também o folgado engraçado que aproveita do seu dom de fazer os outros rirem para folgar e não fazer o mínimo das atribuições da casa como lavar a sua própria louça. Tem o que se acha a ovelha negar, pois nunca recebe nada, todos colocam a culpa nele. Mas isso é o que se ganha quando queremos procurar namoradas ao invés de trabalhar ou quando não fazemos muitas coisas como se é esperado. Temos o certinho que procura fazer tudo de acordo como as regras mandam sem nunca sair da linha. Às vezes chega a ser chato por seguir tudo de maneira tão direita. Podemos ver que a maioria dos perfis são distintos e isso, com certeza, gera discordância.

É interessante destacar que por esse ser um “habitat” tão sensível um individuo consegue colocar toda a mínima harmonia existente no sistema em xeque, quebrando uma das principais regras para manter tudo funcionando; manter o diálogo. Quando uma pessoa não procura acertar as situações que causou a si mesmo e para de conversar com alguém desse sistema frágil todo o equilíbrio vai embora e o problema não pode ser solucionado enquanto esse ser não toma a decisão de por si mesmo resolver seu desentendimento que foi realmente gerado por excesso de convivência e displicência com o que e como falou com as outras pessoas do ambiente.

Ainda existe um problema maior que é o fator organizacional. Nem falo sobre organizar cada um as suas coisas, mas a tentativa de fazer com que as pessoas não percam a paciência e partam para a agressão física devido a falta de tato que alguns têm em momentos críticos. Você não sabe se concorda com todos, se desautoriza alguns mal educados ou se deixa passar só para não gerar uma briga. Realmente não sei.

Pra quem não me conhece muito bem, eu tenho vontade de participar do BBB, já que lá existe a possibilidade de passar alguns meses de forma a aproveitar o ócio para enriquecer o intelecto e também aprender com a convivência. Estou usando esse modelo de convívio que tenho aqui para praticar atitudes, se é que isso é possível, pois no momento em que entrar para a casa valendo um milhão espero conseguir o prêmio máximo.

E mesmo depois de relatar todas essas desvantagens, tenho que confessar algo, eu continuo nesse mesmo sistema, no qual devo permanecer até março, no entanto os “participantes” vão mudando de acordo com os acontecimentos externos do nosso trabalho. Essa é a vantagem, se não aguentar você pode pedir para sair – usando o exemplo que o meu chefe deu “A pessoa pega e quebra o colarzinho como no programa ‘No Limite’”-. No entanto essa nova “temporada”esta mais tranquila. As pessoas estão conversando mais e fazendo o possível para se adaptar as manias de cada um, como a de organização, a de não gostar do cheiro de cigarro, dividir ou não a comida, acertar os valores que cada um tem que pagar para cada coisa nova que é colocada na casa. É um momento interessante de aprendizado para todos, tirando os momentos extremos que alguns relacionamentos provocam em quem não tem nada a ver com a situação.

E você, já viveu algum momento Big Brother na sua vida? O que achou? Conta aí.

Então, já perceberam como eu gosto de começar meus textos com então?

É engraçado como as coisas mudam pra gente né? Eu sempre usei esse espaço para colocar meus sentimentos e agora eu tenho falado bastante da vida real. Das coisas não – subjetivas que acontecem no meu dia-a-dia. Detalhes que eu acho interessante e gosto de compartilhar com quem está a fim de saber o que acontece comigo e as pessoas que eu conheço.

Resolvi comentar um pouco sobre isso, pois já faz algum tempo que eu não falo sobre o que sinto de maneira subjetiva – algo que, quem me conhece sabe, que adoro fazer – e isso me faz falta. Mas nessa correria para me manter “vivo” e participando de novas aventuras o interno fica só pra mim. É a vida. Como sempre cheia de surpresas interessantes e diferentes maneiras de nos fazer compreender.

Logo eu escreverei meus pensamentos como gosto. Mas deixando isso de lado…

Tenho que contar como foram meus últimos dois dias. Correria total, doze horas de trabalho por dia. De manhã vendendo em frente aos bancos de Camboriú e à noite indo tentar vender no Cristo Luz. Os negócios não andam tão emocionantes quanto eu esperava aqui. Claro, a não ser por vender na rua, pois isso gera uma emoção atrás da outra.

Quarta-feira, fomos vender em frente à Caixa e depois de algumas horas de trabalho apareceu o gerente do banco e disse que não poderíamos ficar ali. Foi engraçado. Eu realmente gostaria de ter visto a minha cara. HuhUA. Depois foi a mesma coisa: subir a serra para o Cristo.

Ontem, quinta, fomos vender no trapiche da barra sul. Foi interessante, mas infelizmente as minhas abordagens não obtiveram sucesso. No entanto à noite foi legal. Eu e o meu colega de trampo – Rafinha – conversamos com duas chilenas. Super simpáticas e o melhor de tudo; falavam inglês. Vocês sabem o quanto eu gosto de falar inglês. Foi uma noite muito boa. Depois do trabalho várias horas de conversa e a certeza de que fiz as minhas primeiras amigas do Chile.

Depois de doze horas de trabalho o dia valeu a pena mesmo sem ter conseguido uma graninha. Uma pena eu não estar com a revista da Gang para elas assinarem. Seriam as primeiras assinaturas “gringas” da revista. Mas não irá faltar oportunidade.

Pra fechar esse post, ontem eu estava lembrando que o Mateus me passou “instruções” de como lavar roupa. Foi muito engraçado. Eu achando que sabia – na verdade fazendo o básico – e ele todo empenhado em me explicar como fazer. O pior de tudo é que eu não lembro mais como ele disse que tinha que fazer, hauhau. Hoje fui lavar umas camisetas – não fui trabalhar porque está chovendo, de novo – e voltei a lavar como antes. Junior style.

Acho que por hoje é só. Um abraço a todos que comentaram, já temos até um post do Diego Rod´s – meu brother lá de Floripa – e isso é muito bom. Deixo apenas duas dicas:

Devo conseguir um lugar para morar em Floripa em breve e uma super novidade deve aparecer por aqui nos próximos dias. Quando confirmar eu conto. Abraço e bom final de semana.

P.S. Acho que consigo postar entre amanhã e domingo. Vamos ver.

Enfim as coisas começaram a melhorar. Hoje fui trabalhar sem folga, hehe. Pra quê folga para um cara que está sem muita grana e não tem nada pra fazer? Aproveitei, trabalhei forte e fiz a minha primeira super venda. Vendi duas assinaturas por dois anos para a mesma pessoa. Isso é o auge da coca litro pra galera. O chefe já disse que eu tenho futuro com esse negócio.

Hoje troquei de dupla, não estou mais trampando com o meu amigo Diego, que emprestou a casa para que eu fique por alguns dias. Trabalhei com o Mateus, um cara gente fina, preoculpado – como todos – em me ajudar a melhorar as minhas vendas. Muito massa.

Na volta do shopping onde estou trabalhando agora, perto da lagoa da Conceição, encontrei uma mulher no ônibus e conversamos durante todo o caminho. Super simpática, mãe de dois filhos, mora na ilha há 10 anos. Ela me deu aqueles toques de mãe e pai:

- Não confie em todo mundo. Vai dar tudo certo.

Muito massa sentir como as pessoas se preocupam com a gente. O mundo não é tão ruim, você só precisa achar as pessoas certas.

Depois disso eu dei uma passadinha em um shopping construido – como sempre – em área de preservação ambiental. Não sei por que, mas essa galera adora construir coisas grandes em locais proibidos. O shopping é o Iguatemi. Grande pra caramba, cheio de gente. Me diverti bastante olhando as coisas.

Um outro detalhe importante, hoje eu recebi minha primeira comissão dos chefes. Não foi muito, mas já deu para matar um desejo que eu tenho desde quando eu cheguei aqui; TOMAR UM MC SHAKE DE MORANGO – sem sentir peso na mente por gastar a grana.

No mais está tudo tranquilo. Agora vamos para o próximo dia de trabalho. Espero ter mais boas histórias para contar amanhã. Grande abraço aos amigos leitores. Fui.

P.S. Acho que vou ao cinema essa semana. Que saudade da gang da Xibata…

Mais um dia se foi. Dia 27, dia do aniversário da minha mãe. Parabéns mãe.  O pior que mais uma vez eu estou fora de casa. Ano passado eu estava no Rio, acho que isso vai virar tradição.

Agora vamos a como foi meu dia.
Hoje foi tranquilo, duas vendas. Não abordei nem cinquenta pessoas, foi meio fraco.
Mas a grana já tá salva. Amanhã vou falar como chefe e provavelmente eu receba meu primeiro
salário. Maravilha!

Foi meu último dia nos Ingleses, agora nem sei quando vou ver praia de novo.
Acho que hoje, segunda-feira, eu começo no shopping da lagoa. Disseram que lá que é mais fácil
de vender, assim espero.
Não andei muito por aqui ainda, mas tenho conhecido vários lugares. Hoje apareceu um dos seguranças
do shopping onde eu estava perguntando se eu queria alugar um lugar ´perto da praia. Pra ficar fora de temporada
com tudo mobiliado. Um bom preço. Mas eu acho que não vou ficar por aqui, hehe. Meus objetivos eu já estou alcançando

Na verdade eu não tenho muita coisa para contar. Tenho que agradecer os comentários da galera.
O Mauricio deu uma idéia interessante de ver quanto custa o alvará para trabalhar na praia, mas
como eu vou ir pra Camburiú essa semana, acho que não vai dar. Vamos ver quando eu voltar.
O mais louco é que na semana que vem tem show do Fat Boy Slim e do Tiesto, eu realmente gostaria
de ir. Mas o trabalho me chama.

Um outro detalhe que eu ainda não comentei; como aqui tem paulista, hehe.
Até agora, de todas as pessoas que eu conheci, 80% é de São Paulo.
Meus chefes, o dono do albergue, o Diego, os caras que trabalham comigo. É uma loucura.
Acho que tô pegando até um pouco do sotaque. Sintam a mistura, paulista com manezinho e um pouquinho de Carioca.
Pura mistura brasileira. Proporcionada pela ilha. HEH.

Ainda estou esperando a resposta do Samuel para ver o que ele tem reservado para a minha pessoa.
Acho que deve ser algo legal. Acho que por enquanto é isso. Obrigado a todos que acompanham essas histórias
todos os dias e postam, me mandam energia positiva e tudo de bom.
Amanhã a noite conto as novidades, pra onde eu vou e como foram as coisas. Fui.

Galera, como eu prometi, hoje eu vou contar sobre o meu primeiro dia de trabalho. Que foi ontem, terça-feira.

Primeiro eu tenho que falar sobre os chefes. Caras, jamais imaginei que teria dois chefes surfistas – André e Ari – surfistas. Os caras são muito loucos, paulistas, falam um monte de gírias, heheh. Até, um deles é muito parecido com um amigo que eu tenho aí em Cascavel; o Dudu – mas não o da faculdade. Os dois são muito gente boa e me treinaram para o atendimento a manhã inteira. Depois disse me deram uma carona até a praia dos Ingleses – perto de onde estou morando – onde eu vou trabalhar. Nossa, jamais pensei em pegar carona com o chefe e ir ouvindo Paul Van Dyk e R.Z.O.  O meu irmão acharia isso muito bom.

Cheguei no trampo às15h, fiquei até 21h30, eu trabalhei um pouco mais do que deveria para pegar mais a manha das vendas. O meu colega de trabalho é um dos caras mais miguézeiros que eu já conheci. O cara tem um papo daqueles de profissional. Ele vendeu uma assinatura ontem e eu nenhuma, mas isso já era esperado. De acordo com os chefes; é muito difícil vender logo no primeiro dia.

- É importante fazer com que a técnica de venda pareça natural. Pra você e para o cliente.

Seguinte, se algum dos leitores desse blog for assinar a revista SET, Speak Up, Fluir, Próxima Viagem ou Sexy fale comigo primeiro, pois eu ganho comissão. Beleza? Estou me preparando para ir trabalhar agora.

Sobre as relações interpessoais

Tá tudo caminhando muito bem. A galera da casa é muito gente boa. Segunda – feira à noite o papo chegou no grau de cada um contar como faziam para esconder as revistas de mulher pelada das mães. Isso é muito engraçado, pois as estratégias eram sempre as mesmas, hehe. Já hoje de manhã chegou um casal novo, são daqui de Santa Catarina mesmo. Pessoas legais. Posso dizer que estou vivendo o meu próprio Big Brother.

Um detalhe importante, a partir de agora eu começo a atualizar o blog sempre à tarde, pois à noite vou ganhar dinheiro, heheh.

P.S. Eu tinha mais coisas para escrever, mas não lembro agora, heheh. Dois adendos:

A Ellen – minha amiga carioca – escreveu no coment do outro post que ela cursa engenharia mecânica e não civil.

A minha namorada perguntou se faltou algo, o pior que não. Eu estava escrevendo outro texto para postar ontem mesmo, mas o tempo da lan acabou – isso ela acertou -, então tive que postar hoje. Putz, já saiu a lista de filmes que concorrem ao Oscar esse ano. Vou ter que correr para me atualizar cinematograficamente.

E por último, mas não menos importante, continuem colaborando com a Lan do seu amigo kbelo – www.esmoladigital.wordpress.com – lá você encontra meus dados bancários para depositar uma graninha e me ajudar a pagar a lan house, pois esses caras realmente ganham dinheiro.  Abraço a todos e amanhã tem mais.

Pra fechar, enfim, as primeiras fotos dessa estada. A primeira imagem sou eu, Walter e Ellen – na despedida. E a segunda é da visão que tenho da praia na parte superior da casa. Já que eu fico na parte de baixo. Essas fotos foram retiradas do álbum da Ellen no Orkut. Muito obrigado moça.

Eu, Walter e EllenVisão da casa

Vamos lá. Depois de voltar de Campeche fedendo um suor louco, com uma mala de seis quilos nas costas o desanimo bateu geral. Pensei várias vezes em voltar. A grana tá ficando curta e as coisas não são tão fáceis quanto parecem. Uma pena. Mas o melhor ainda estava por vir.

De manhã, antes de toda a correria do dia eu fui à lan house para ver se tinha alguma novidade a respeito de trampo, pois até então eu não tinha trocado o meu celular do Paraná por um da ilha. Acessando uns sites e procurando algum lugar para dormir, achei um albergue barato, vintão, mas não marquei o endereço. Então se a noite fosse pra lá precisaria pagar a lan de novo.

Bem, cheguei de Campeche e fui á um albergue que um guardinha me indicou na terça-feira. Cheguei lá e descobri que se tratava de um abrigo para moradores de rua. Será que eu tava tão ruim assim? Pensei então que não seria uma má idéia. Um lugar para dormir de graça, com comida e banho de graça. Sentei lá e fiquei esperando, devia ser 18h quando cheguei. Esperei pro um bom tempo e até que alguém chegou lá e me disse para esperar lá na frente, pois só abriria 19h30. Lá fui eu esperar. O mais louco de ficar em lugares assim são as pessoas que você conhece. Não demorou muito chegou um tiozão que contou uma história:

- Vim a pé do Rio Grande até Criciúma. Lá eu ganhei uma passagem pra cá. Tô procurando um amigo aqui para me dar um emprego.

Interessante. Conversamos por vários minutos até outro guri chegar e contar que tinha perdido a mochila, que estava com uma muda de roupa só, mas que iria só jantar ali e depois ia curtir o ensaio do bloco de carnaval. Bem, ele tinha dormido um dia antes em um hospital. Uma camaradagem que conseguiu com a galera.

A conversa tava boa. Fiquei conversando com os caras, aquele papo de sempre, eu vou procurar um trampo e talz. O moleque que perdeu a bolsa era muito papudo, mexia com todo mundo na rua e isso e incomodava. Mas eu tinha que esperar. Depois de um tempo, já eram 20h uma mulher nos avisou que o albergue não iria abrir aquela noite. Que merda. Perdi meu lugar para dormir e comer de graça. Agora teria que procurar outra coisa. Lembram da Lan house? Continua no próximo post…

P.S. Vocês não sabem o que eu vou fazer hoje. Será uma surpresa. Depois eu conto, agora eu tô sem tempo.

Pra quem não está sabendo eu estou em Floripa procurando trampo de temporada.
Saí na loca de casa, sem conhecer ninguém na tal da “ilha” e agora estou procurando
algo para fazer aqui. E por essa ser uma das histórias mais loucas que eu já fiz na vida
achei legal contar para vocês em detalhes como estão acontecendo as coisas por aqui.

Bem, começo agora a escrever o meu diário de viagens.
Essa viagem começou de forma coletiva, já que faltando menos de uma hora
para que eu pegasse o ônibus para a casa da Anita eu encontrei o Tigo no shopping
e ele me avisou a respeito da troca de palanos.
Então pedi para que a minha namorada mandasse mensagem para o Noyse para que
eu pudesse saber qual era o Ônibus que eu tinha que pegar para encontra-la
e o número de telefone dela.
Acabou que recebi mensagem da minha namorada, do noyse e do tigo confirmando
as informações. Por aí já sentiram o drama.
A chegada eu conto no próximo post…

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