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Então, já perceberam como eu gosto de começar meus textos com então?

É engraçado como as coisas mudam pra gente né? Eu sempre usei esse espaço para colocar meus sentimentos e agora eu tenho falado bastante da vida real. Das coisas não – subjetivas que acontecem no meu dia-a-dia. Detalhes que eu acho interessante e gosto de compartilhar com quem está a fim de saber o que acontece comigo e as pessoas que eu conheço.

Resolvi comentar um pouco sobre isso, pois já faz algum tempo que eu não falo sobre o que sinto de maneira subjetiva – algo que, quem me conhece sabe, que adoro fazer – e isso me faz falta. Mas nessa correria para me manter “vivo” e participando de novas aventuras o interno fica só pra mim. É a vida. Como sempre cheia de surpresas interessantes e diferentes maneiras de nos fazer compreender.

Logo eu escreverei meus pensamentos como gosto. Mas deixando isso de lado…

Tenho que contar como foram meus últimos dois dias. Correria total, doze horas de trabalho por dia. De manhã vendendo em frente aos bancos de Camboriú e à noite indo tentar vender no Cristo Luz. Os negócios não andam tão emocionantes quanto eu esperava aqui. Claro, a não ser por vender na rua, pois isso gera uma emoção atrás da outra.

Quarta-feira, fomos vender em frente à Caixa e depois de algumas horas de trabalho apareceu o gerente do banco e disse que não poderíamos ficar ali. Foi engraçado. Eu realmente gostaria de ter visto a minha cara. HuhUA. Depois foi a mesma coisa: subir a serra para o Cristo.

Ontem, quinta, fomos vender no trapiche da barra sul. Foi interessante, mas infelizmente as minhas abordagens não obtiveram sucesso. No entanto à noite foi legal. Eu e o meu colega de trampo – Rafinha – conversamos com duas chilenas. Super simpáticas e o melhor de tudo; falavam inglês. Vocês sabem o quanto eu gosto de falar inglês. Foi uma noite muito boa. Depois do trabalho várias horas de conversa e a certeza de que fiz as minhas primeiras amigas do Chile.

Depois de doze horas de trabalho o dia valeu a pena mesmo sem ter conseguido uma graninha. Uma pena eu não estar com a revista da Gang para elas assinarem. Seriam as primeiras assinaturas “gringas” da revista. Mas não irá faltar oportunidade.

Pra fechar esse post, ontem eu estava lembrando que o Mateus me passou “instruções” de como lavar roupa. Foi muito engraçado. Eu achando que sabia – na verdade fazendo o básico – e ele todo empenhado em me explicar como fazer. O pior de tudo é que eu não lembro mais como ele disse que tinha que fazer, hauhau. Hoje fui lavar umas camisetas – não fui trabalhar porque está chovendo, de novo – e voltei a lavar como antes. Junior style.

Acho que por hoje é só. Um abraço a todos que comentaram, já temos até um post do Diego Rod´s – meu brother lá de Floripa – e isso é muito bom. Deixo apenas duas dicas:

Devo conseguir um lugar para morar em Floripa em breve e uma super novidade deve aparecer por aqui nos próximos dias. Quando confirmar eu conto. Abraço e bom final de semana.

P.S. Acho que consigo postar entre amanhã e domingo. Vamos ver.

Enfim, histórias.

Nossa, mais uma vez o tempo está curto. Fiquei procurando um lugar para morar em Floripa e quando percebi as horas haviam passado. Mas tudo bem.
O drama diário do Cristo Luz continua. Estamos lá todos os dias ouvindo uma das interpretações mais mortais de Vitor e Léo que eu já tive a chance de presenciar.

Não que eu e o Mateus gostemos dos caras, mas o negócio é feio. Já sabemos até o set list da banda “nova embalagem”. Vai em minuscúlo mesmo para dar um sal.
Pra melhorar as minhas peripércias, eu tive um problema com o meu desodorante. Quem diria que isso um dia seria tópico do blog.
Antes de viajar me preparei devidamente. Comprei o desodorante mais cara que tinha na farmácia para não me encomodar. E o que aconteceu?
O contrário.

Comprei um desodorante da Gilette o dito cujo manchou todas as minhas sete camisetas, não é uma delícia?
Agora eu liguei pra eles e vão realizar um processo para dar de volta o quanto eu gastei, mas tudo isso só será resolvido amanhã.
Quero ver o desfecho dessa história e aí conto pra vocês.

Queria contar mais histórias de Camboriú, mas como sempre as coisas andam corridas, teho que me arrumar para ir trabalhar. Segunda-feira, se tudo der certo, estarei
em um lugar fixo – por mais uma semana – e aí terei mais tempo para escrever. Abraço a todos e torçam por mim. Fui.

Bem, depois de vários dias sem postar e a vontade de escrever cada vez mais latente; aqui estou eu.

O trabalho é interessante, como eu disse antes, muitas pessoas visitam o Cristo Luz todos os dias, mas os brasileiros que eu quero não estão em um número interessante. No entanto isso é detalhe. As melhores experiências têm acontecido fora do horário de trabalho, como caminhar uns quatro Km por dia, comer um lanche que é maior que a palma da minha mão – sendo muito gentil com a enormidade do lanche – entre outras coisas.

Um detalhe muito importante é que depois que eu vim pra cá e me acertei só tenho feito ótimas refeições.  Meus amigos homens, que conheci aqui lá em Floripa, cozinham muito bem.  O Diego na semana passada fez uma pseudo muqueca muito boa. Comi feito louco. O Mateus, essa semana, já fez duas macarronadas de deixar a galera na pira pra repetir de novo. Devido a falta de grana a macarronada é o prato principal do menu. SEMPRE.

O bom é que o cara sabe cozinhar, no primeiro dia comemos macarrão com molho de calabreza com creme de leite. Uma delicia. Nunca imaginei que pudesse comer tão bem fora de casa.

A saudade da comida da mãe sempre vai bater, mas antes comer bem do que não comer, certo?

Já que estamos falando de comida, as moças que me escrevem sempre disseram que os churrascos estão bons em Cascavel. Mas sem problemas eu agüento esperar. Saudades também das noites de truco. Que coisa beleza.

Um detalhe especial é o trânsito e as ruas da cidade “capital turística de Santa Catarina”. Mas para expressar as várias trapalhadas que fizemos para chegar em casa vou precisar de um post exclusivo. Quem sabe amanhã?

Acredito que por hoje é só. Espero não ficar tanto tempo sem escrever de novo, mas como aqui estou em outro lugar nem sempre o horário se encaixa como gostaria.

P.S. Carnaval em Camburiú é só festa e folia, certo? Errado. Meu carnaval foi cheio de argentinos e muito sono, isso sim é uma maravilha. E outro detalhe, no dia que eu cheguei o Tiesto tocou aqui adivinhem o preço do ingresso? 150 reais. Fiquei só na vontade de novo. Abraço a todos e até a próxima postagem.

Enfim Camburiú. Cheguei e estou tranquilo, agora tenho uma casa para morar mais uma semana. De novo. Estou ficando profissional em arrumar minhas coisas e mudar de lugar com agilidade.

O trabalho aqui é legal, o volume de pessoas é bem grande e as surpresas são sempre boas. Nessa semana fico aqui acompanhado do meu amigo Mateus. E vamos vendendo.

Estava refletindo sobre a viagem, se eu só contar toda a história por cima vão achar que eu estou ficando rico.

“Fiquei duas semanas em Floripa no começo do ano e depois passei o carnaval em Camburiú. Pra completar eu entrava no Cristo Luz quando eu queria e de graça”.

Hahah. Até parece. Estou aqui a trabalho e realmente as coisas têm sido interessantes.

Mais uma vez tenho que escrever pouco, pois estou em uma lan e aqui o tempo urge, certo? Abraço a todos e agora eu tenho que ir trabalhar. Diga-se que esse é o melhor horário que eu já fiz 18h às 24h. Tenho o dia todo livre. Fui.

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