Porno Tecno Conto

Janeiro 3, 2009

Então, eu não gosto muito de começar os meus textos conversando, mas hoje é necessário. Enfim, rompi a barreira dos dez mil page views e nesse momento tenho mais de 260 comentários nesse endereço que tanto gosto. Não é muito, mas é um marco pra mim que nesses dois anos aqui no wordpress e mais um ano anterior no UOL tentei manter a minha regularidade na escrita.

Tive um número excelente de acessos nesse fim de ano e tenho que agradecer a todos que sempre leem – lembrem-se a nova regra gramatiacal já está valendo - o que eu escrevo. Abraço a todos e espero que continuem lendo o que eu escrevo nesse espaço. Sobre o texto abaixo, foi algo experiemtal que eu escrevi com palavras que surgiram em minha cabeça. Espero que gostem e comentem. Fui.

 

 

O tesão toma conta, seus olhos pequenos de prazer

Lembram uma oriental em um momento de desenho animado ocidental.

Meus dedos tocam – na com a intensidade de uma pétala de rosa sob o espinho.

Tudo parece tão familiar.

Os gemidos, o franzir da testa, a sua pele sensivelmente arrepiada…

 

Tudo lembra a vontade que passa diuturnamente pela minha cabeça,

Beijar- te até que minha boca diga não. Até que a minha vontade desapareça.

Sinto que me apropriei de algo diferente, nem tão meu, nem tão seu.

Mas mesmo assim, nosso.

 

Os corações parecem compassados no mesmo ritmo.

Os corpos desobedecem a física, obcecados pelo prazer desse exercício.

As mãos se entrelaçam, o que era intimo se torna exposto.

O rosto e suas expressões perdem a importância por um instante.

 

Nessa hora o que vale é o contorno do seu corpo.

A luz e a sombra que mostram a perfeição da obra que tenho junto a mim.

As possibilidades infinitas de te fazer feliz por um minuto.

E me realizar por toda a vida.

 

Somos só corpos buscando o resgate do desejo,

Pelo suor e pelo beijo, que nos deixam hipnotizados com a possibilidade de gozar a noite toda

Sem pensar se é certo ou errado

Solteiros ou casados

Somente nos entregamos a vontade da carne

Que há tanto comanda todos os desejos íntimos da humanidade

Mas é banida das nossas vidas

Devido ao puritanismo barato de nossos dedos unidos como um chalé ao fim do dia

 

Seu corpo e o meu, formam uma obra prima

De amor, ardor, esplendor

Seu beijo me excita como a vitória

Seu cheiro me lembra a glória

Dos pensamentos que eu tive

Das experiências que me deram medo e ficaram sub-níveladas em minha mente

Para que posteriormente fossem transformadas em um desejo

Que será catalisado em forma de segredo

Para todos aqueles que deixam de fazer o que querem, quando querem

 

Às vezes penso que satisfazer meus desejos pode ser algo proibido

Mas quem pode me proibir de fazer algo senão eu mesmo?

A vontade de conhecer o desconhecido é algo que molda o meu ser

Que mostra os caminhos os quais eu não devo seguir,

Já que os que devo, estão sempre abertos

 

Não tenho medo de nada, mas também não conheço tudo

Quero sempre mais da vida e das vontades

Afinal, o que nos move mais do que a nossa vontade?

A relação amorosa entre um casal dificilmente é 100% tranqüila, percebemos isso nas poucas olhadelas que damos diariamente nos rostos dos casais apaixonados que discutem enquanto passeiam pelo shopping realizando suas compras de aniversário de namoro.

A fidelidade sempre é um tema polêmico de ser abordado devido a sua complexidade de relacionamento para relacionamento. Mas é sempre possível criar um parâmetro ao menos para aferir a realidade do que acontece na cabeça da maioria quando essa atitude, um tanto conturbada, é tomada por uma das partes. Esse tema é tão complexo que poderia ser até tese de pós-graduação. Mas vamos ao assunto que realmente interessa.

Um relacionamento para existir, necessita de confiança e baseado nessa confiança os casais tomam suas decisões em relação a que rumo irá tomar. Dessa forma – eu acredito – que a confiança é o principal fator que mantém um casal unido depois do amor, claro. No entanto existe uma grande parcela de pessoas que após conquistar essa confiança quebra um caminho tranqüilo com uma atitude muitas vezes impensada e relativista. Quando digo “relativista” eu me refiro a algo que serve para a pessoa em seu momento presente. Uma atitude que tomada pela outra parte – no caso seu parceiro – seria inadmissível. É importante frisar que as pessoas sempre tomam atitudes relativistas para se beneficiar. Até agora eu vi esse termo empregado com mais freqüência no quesito ético. E então resolvi utilizá-lo no relacionamento para deixar a minha idéia mais explicita.

No caso da traição o relativismo parte da pessoa que realizou a ação, tentando se convencer de que não existe mau nenhum em fazer isso uma ou duas vezes, desde que o outro não descubra. Que a pessoa que apareceu é alguém único e especial. Que não poderia perder esse momento e que essa atitude não irá alterar em nada seu relacionamento oficial. O termo ainda pode ser empregado pelos amigos, para ajudá-lo a lidar com a atitude tomada sob, sua única e exclusiva responsabilidade, dizendo também que a pessoa é alguém especial, impar que o autor da ação não faz isso com todo mundo, não é promiscuo e assim por diante.

Vejam só que um único agente é responsável pela ação, mas ele precisa do suporte das pessoas mais próximas para que pense que não fez nada errado. Simples. Após todas essas desculpas, vamos avaliar o comportamento da maioria das pessoas que costumam desrespeitar um dos principais pilares de um relacionamento.

Na maioria das vezes esses costumam ser dominadores, demonstram um ciúme quase que inacreditável e comentam como “gostam” da pessoa que estão no momento, com todos que conhecem. Não importa se é do circulo intimo ou se acabou de conhecer esse novo ator em sua vida. Tudo isso mostra a preocupação que um personagem tem de que seu parceiro faça o que ele vislumbra fazer. No entanto, é claro que esses comportamentos já são conhecidos de grande parte das pessoas que se relacionam. Às vezes pode não ser em seu relacionamento, mas no do amigo ao lado.

Então, dessa forma, a partir do momento em que uma das partes toma a decisão de trair, toda a confiança que existe, acredita-se, mutuamente desaparece como um castelo de cartas construído ao ar livre em dia de tempestade. É importante levarmos em conta que esse “castelo” é construído a cada dia, fortalecido com cada atitude responsável que tomamos, mas pode cair a qualquer momento caso uma das partes não esteja preparada para proteger tudo que já foi feito no decorrer do relacionamento.

Uma certa vez, um amigo comentou que ficou com uma menina que namorava a mais de dois anos. Ele dizia sempre que, quando a pessoa trai, não importa se é a primeira ou a décima quinta vez, ela destrói todo o relacionamento que criou. E esse argumento ele utilizava para desaprovar o namoro. Muito interessante eu achava esse comentário, sempre.

Mas pelo que podemos analisar atualmente, muitas pessoas não respeitam o sentimento do seu parceiro, já que uma saída fora de sua realidade diária traz a possibilidade de um desvio de conduta relativizada pelo seu consciente como algo único. Eu acredito que uma das coisas que leva uma pessoa a não trair é a preocupação que isso irá trazer para seu companheiro, o qual julga-se amar, uma vez após essa pessoa descobrir o que aconteceu.

Para saber como a outra pessoa iria se sentir, imagine-se sendo traído e então saberá a resposta.

Analisando outro comportamento das pessoas que traem posso afirmar que estas demonstram a necessidade que têm de encontrar outro alguém para aquele momento. É perceptível as brechas que cada um dá para a pessoa “desejada”, já que só o fator de você não demonstrar interesse em algo mais, faz com que pessoas com intenções de ir além de uma conversa percam as esperanças muito rápido. No entanto, quando o autor da traição toma um posicionamento neutro, não se defende dos sinais enviados pela outra parte, instiga esse outro personagem a continuar tentando. E todos nós sabemos que a carne é fraca e a cabeça da maioria é mais fraca que a carne. Por isso quem traí sabe que a possibilidade está a sua frente já que deixa sinais do que pretende para quem o interessa.

Então, após essa escolha de momento, um relacionamento hermeticamente construído na confiança desaba, e essa confiança, da forma que era antes, mesmo que a parte receptora da ação diga que perdoou, jamais será a mesma. A possibilidade da vingança se torna muito real e o cérebro passa a relativizar, praticamente todas as ações que essa pessoa poderá tomar depois do “perdão”.

São situações realmente intrincadas que escancaram a fragilidade do ser humano mediante a novas pessoas, novas situações e novos ambientes. Além disso, mostra a necessidade real de saber o que realmente se quer do relacionamento no qual está inserido para realizar a escolha certa. O mais engraçado de toda essa situação é a necessidade de exaltar o parceiro que sofreu a ação anterior e posteriormente a realização da traição. As pessoas usam de um cinismo explicito, ou de uma pseudo-inocência, e deslavado para esconder a real vontade implícita na pele, a de experimentar. Mas se esquecem de que outra pessoa irá sofrer com um relacionamento cercado de mentiras e também após descobrir o que aconteceu; com a perda da confiança em quem gosta.

O diagnóstico para esses indivíduos que se sentem propensos a trair é mais simples do que podemos imaginar. Viva solto, assim você não terá do que se arrepender no dia seguinte. Já que a pior coisa que o autor da ação terá que lidar será a sua consciência que irá cobrá-lo sempre que houver oportunidade. Porém atualmente a consciência das pessoas anda tão rareada que nem mesmo a dor de perder alguém, que esteve por perto tanto tempo, pode fazê-los cair.

É tudo tão de silicone e fora do esquadro, as pessoas sorrindo como se tivessem ganho um prêmio da loteria. É possível diferenciar quem tem mais dinheiro e quem tem menos, isso dói às vezes, pois estar em um lugar onde o propósito é comprar proporciona momentos de desilusão em pessoas que possuem uma vida significativamente na medida. Claro que sempre queremos mais, mas enquanto procuramos chegar ao ponto do “mais” é importante estarmos em paz com nós mesmos para conseguirmos alcançar esses objetivos.

Em shoppings movimentadissímos fica fácil perceber como as pessoas são ocas e desleixadas com suas vidas.  Uma luz de vitrine leva embora todo o brilho da alma e deixa à vista somente o reflexo dos “pisca-pisca maravilhosos e encantadores” que convidam a gastar sem pensar no amanhã. Se as pessoas usassem essa vontade de não pensar no amanhã para outras coisas, com certeza teríamos uma realidade menos limitada. Não gosto de falar sobre as pessoas que realizam as suas vidas comprando coisas, pois isso já foi explorado em demasia. Mas sim, sobre o cinismo intrínseco que elas desenvolvem ao comprar produtos cada vez mais caros e sair do shopping xingando o flanelinha.

É tudo tão sórdido e superficial, até as pessoas mais esclarecidas são contaminadas por esse momento tão indisciplinador que é comprar. Tudo soa como os sinos de uma catedral, mas que invés do dízimo convida o ser humano a comprar cada vez mais do que pode. Deixando suas vontades principais morrerem de inanição à medida que se distrai com coisas mais supérfluas que a roupa vermelha que cobre o corpo do senhor de barba – falsa ou não – em diversos centros de venda mundo afora.

As relações desfeitas pelos presentes não dados, os abraços perdidos pelos desencontros do mundo das compras, as pessoas alienadas acreditando em tudo que vêem e lêem nos outdoors pelas ruas das cidades. Tudo indicando o que e como a sociedade moderna interage. Falsamente colocada em um ponto de estandarte para dizer posteriormente o que poderia acontecer com as nossas vidas perdidas no pacífico local das pessoas sem coração, domadas pelas possibilidades infinitas do meu cartão de crédito preto. Afinal, somos medidos pela cor do nosso cartão, se é ou não internacional. Tudo pode acontecer com quem tem muito para gastar. Mas quem não tem, luta para alcançar esse patamar e enfim se declarar feliz com o que tem; ou não?

E assim, depois de perder a conexão com seus desejos mais profundos e se vestir para a festa, mesmo quando vai ao shopping, tudo estimula a perda do que nós dizemos ser o cerne da vivencia humana. A perda da liberdade, da amabilidade tudo em nome de uma coisa só – a comprabilidade.

Não importa se essa palavra ainda não existe, mas ela já rege todo o subconsciente da maior parte da população mundial. Se é comprável é bom. Se não é, iremos descobrir qual o seu preço e anunciar na internet, assim mais pessoas poderão verificar a queda de algo que se julgava incorruptível.

Amanhã, se as pessoas não lembrarem de seus próprios rostos, parabéns! É porque elas compraram um novo na promoção ali do lado.

Ser a impressão do que se pede é sempre mais do que a violência das nossas vidas mimeografadas de maneira mais moderna, todos procuram por algo a vida toda. Talvez encontrem, talvez não. Tudo depende da real intenção das suas idéias, a vontade de mostrar o que realmente é cada coisa em nossas vidas. Ter medo do que pode acontecer é um fator humano ponderante.
Já nos dissemos tudo, você me conhece melhor do que eu mesmo, tudo foi expressado de maneira superlativa. Nós; se tornou algo único. Como o horário daquela sua série predileta que reprisa duas vezes por dia na TV aberta.
Perdidos e encontrados, os seus pensamentos me remetem aos tempos quais eu não conhecia o amor, eu apenas fingia saber. Não sabia o que sentir quando estava perto de alguém que me inspirava, que derrubava as minhas defesas e me mostrava o espelho da alma por meio do seu riso… suas ações. Eu quero estar mais próximo de você, mas as circunstâncias não permitem. O medo do que já aconteceu domina os meus mais bem guardados pensamentos.
O temor de amar é algo que movimenta o âmago das pessoas, os sonhos e os desejos. Talvez por amarmos demais ou por não termos quem amar, nos tornamos cínicos cíclicos , por não encontrarmos nada que nos sustente à medida que corremos atrás de algo, de alguém, de alguma coisa. Isso não aparece nem se materializa. Queremos uma história para nos propiciar felicidade, tranqüilidade, uma personalidade qualquer que nos dê estabilidade.
Mas quando não encontramos nada, voltamos ao ponto de partida que muitas vezes pode não ser o melhor, mas foi tudo que conseguimos nesse espaço de tempo entre o desespero e a reconciliação. Qualquer problema pode ser solucionado, desde que o nosso orgulho seja engolido pouco a pouco. Que a necessidade de alguém, seja quem for, seja percebida em nossas noites frias e tristes as quais passamos acordados com o nosso mau humor, desespero e acompanhados pela solidão mórbida de alguém que sabemos desejar, mas não sabemos como falar, já que isso – nota-se – é recíproco.
Nesses momentos do que adianta várias pessoas, de plástico, ao redor que analisam a sua vida superficialmente como a sacola da nova loja de grife da cidade, quando você está procurando se reconciliar com as suas idéias? O batom já não é mais o mesmo, a pele pede por um cobertor – mesmo nos dias mais quentes -, as nossas histórias já não são mais completas, dependemos de substancias que nos deixam mais ativos – quando estamos felizes -, que nos deixam mais calmos – quando queremos descansar – , que nos mostram outros mundos – para fugirmos da realidade medíocre que nós mesmos criamos -, que nos derrubam para a vida quando estamos tristes.
Precisamos de lugares que sugam toda a nossa juventude, todo o nosso bem estar, toda a nossa decência. A vontade de aprender some em meio às sombras das propostas indecentes de pessoas perdidas em meio à variedade de sensações passageiras que despistam tudo de bom que possuímos dentro de nossos corpos e mentes.
A vontade de conhecer coisas e sensações novas nos transforma em escravos das histórias que não vivemos, dos lugares que não conhecemos. Obcecados pelo amor perfeito que pode estar próximo, mas vivido por outra pessoa. As sensações são descartáveis, pois podemos comprá-las na esquina seja branca/pó, verde/folha, rosa/comprimido ou ar/buzina. Tudo só depende de onde você vai, com quem e quantos anos você tem.
O amor se torna algo volátil, depende do que podemos desejar no momento. As pessoas dizem se entregar, amar e desejar pra sempre – uma vez por semana – sempre para alguém diferente. Tudo isso como se os sentimentos fossem passageiros de um vagão pequeno, sem peso, sem direção, sem noção. Sendo levados pelas histórias inventadas pelo maquinista.
Essa nova ordem juvenil parece procurar morrer para ser feliz, sem destruir o aproveitamento da vida, pois, afinal de contas, ainda somos jovens e temos que aproveitá-la bem. Mesmo que para isso tenhamos que destruir a vida das pessoas que mais zelam pela nossa existência, em nome da nossa rebeldia fajuta, da nossa sexualidade não assumida ou dos nossos atos insanos em busca da aceitação de uma molecada cada dia com menos discernimento que avalia sem nitidez alguma as conseqüências do que fazem.
Mas se somos livres, seremos nós livres para morrer a hora que quisermos, pois no fim da história; a maior descoberta dessa nova geração foi como morrer mais rápido com a “saúde perfeita” e deixar filhos com a mesma idade dos pais para os avós “retrógrados” criarem. Salve a consciência juvenil dos nossos atos impensados para destruir as nossas causas tão nobres quanto o cocô de um cachorro sem dono vagando por uma estrada rural da Guiana Francesa.

Foz pode ser descrita como a cidade mais quente que eu já estive em toda a minha vida! Se o aquecimento global for almentar ainda mais a temperatura dessa cidade, com certeza ela será algo inabitável. Tirando esse detalhe, tudo é normal e tipico de uma cidade do interior paranaense.

Os filmes demoram  muito pra chegar ao cinema, tem um shopping interessante; já que fica próximo ao Paraguai entre outros detalhes comerciais. Dizem que é muito violenta, mas eu ainda não ví nada que possa comprovar esse dito popular. E nem quero ver.

O movimento de turistar é intenso, cheio de argentinos e também muitos europeus. Nessas três semanas de estada por aqui não fui aos principais pontos turisiticos da cidade, mas já fui três vezes ao Paraguai. Isso sim que é vontade de conhecer “outro país”. Diga-se que eu não posso entrar na Argentina porque os Hermanos não aceitam a carteira de habilitação como documento oficial e eu esqueci minha identidade em Florianópolis. Vida triste.

Mas vamos aos detalhes que um turista convencional não conhece. Aqui existe uma casa noturna muito boa, com o melhor som que eu já pude ouvir em todas as minhas baladas. O nome é ONU. Um som muito limpo e potente. As baladas são baratas pelo nível de Santa Catarina e esse único lugar no qual eu consegui curtir valeu a pena cada minuto.

Como nessas viagens pela empresa eu nunca estou sozinho, vieram comigo mais dois amigos que mostraram uma faceta da cidade que eu nem de perto imaginava. As mulheres são fora da casinha. Não importa se têm namorado, se são casadas, se estão soltas elas não perdem a chance de cantar a galera.

Eu acho que sou feio de mais ou passo muita seriedade, pois nada acontece comigo, mas em compensação os meus amigos, acredito, não tem nenhuma reclamação quanto ao quesito – mulheres que aproveitam a vida. heheh

Detalhe, isso não é um comentário pejorativo. Se os homens podem; as mulheres também podem.

Casos à parte, eu ainda não festei do outro lado da fronteira, mas isso está sendo providenciado. Será uma ótima oportunidade para encerrar a estada nessa cidade super quente, mas interessante pela diversidade de coisas, pelo movimento de dinheiro e por todas as histórias que rendeu.

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Depois de um demorado hiato, sem escrever sobre mim, sobre os outros ou sobre o que me acontece, resolvi colocar os dedos no teclado e contar um pouco do que houve por aí nos últimos dois meses.  Acredito que uma síntese de tudo já será suficiente para tentar emoldurar todo esse tempo na estrada.

Primeiro um acidente, depois a ressurreição. Pra quem nunca sofreu um acidente de carro; capotar três vezes na pista é algo inacreditavelmente emocionante – e quando vemos que ninguém se feriu – hilariante.

Enquanto toca a nova música da Kylie Minogue no rádio, o motorista perde o controle do carro em uma curva e tudo que vejo depois vem em câmera lenta. Três giros – e eu só pensando “dessa vez para” – após a derrapagem, mãos coladas ao corpo, estilhaços vindo em direção ao meu rosto, impactos pesados. Quando o carro parou de “girar”, era o momento de uma corridinha com alguém gritando que podia explodir… enquanto isso, outro integrante do acidente ficava conferindo se nada de grave havia acontecido com seu corpo e faz a sua primeira pergunta após o desafiar a lei da gravidade:

- Alguém viu meu isqueiro?

Depois de anúncios desesperados de, “não me deixem desmaiar. Eu vou morrer, eu vou morrer.” Tudo ficou ainda mais engraçado, pois todos estavam bem. Eu tinha uma leve dor no ombro esquerdo e dois raladinhos – nada de mais -, que vão deixar pequenas cicatrizes eternas. Meus óculos, coitado, foram pro céu dos óculos. E o pior que eu ainda nem terminei de pagar e agora tenho que ir ao cinema cegueta.

Após confirmação de que tudo estava bem, a moça não morreu, meu amigo achou o isqueiro, outro chorou de desespero e eu soltando as gargalhadas – acho que de nervosismo – fomos para a casa do chefe comer churrasco, já que esse era o motivo da saída repentina da minha nova casa, já que fazia apenas um dia que eu havia mudado.

Festa boa na principal

Depois de uma quinta super-movimentada, era hora de me deslocar até Curitiba para na sequência ir para a principal capital cultural do Brasil, São Paulo, e curtir – pela primeira vez na televisão – o Skol Beats. Estava um pouco desconfortável, pois meu ombro ainda me lembrava daquela quinta-feira inesquecível, mas a expectativa era muito grande. Durante a viagem para Sampa, de excursão, nenhuma surpresa. A molecada tomando todas, remédios misturados com catuaba e vodca. Fumantes, sem educação, no fundo do busão. Mas isso já era esperado. O mais engraçado é que dessa viajem eu não trouxe nenhum contato, nem mesmo um Orkut. Minto, ao meu lado viajou um alemão – gente boa – que passou o MSN.

Cheguei na hora boa, detalhe importante que nesse ano o main stage tinha a escalação de praticamente todos os personagens da música eletrônica brasileira que eu gostaria de ver.

Montage, com uma vibe diferente. Mix Hell, com Igor Cavalera, sua protuberante barriguinha e sua antenada esposa fazendo um som legal-dançante para a galera que estava ali frente ao palco. Na sequencia veio o principal motivo da minha viagem, Justice. Aquele duo Frances que com certeza, se você for antenado, já ouviu falar. Um som legal, uma apresentação irretocável, mas os caras e a galera pareciam – ao mesmo tempo que agitada – contagiada por uma letargia. Todos pulavam e gritavam, o Justice mostrava seu potencial destrutivo. Mas faltava algo. Foi bom, mas eu os verei novamente em uma oportunidade mais interessante.

Bem, enquanto tudo isso acontecia eu ia prestando atenção nos estilos que estavam próximos a mim em cada apresentação. Muita gente diferente, com vários estilos. Alguns até bem babacas, que incorporaram aquela parada anos oitenta que algumas bandas estão usando atualmente. Óculos gigantes, bigode, blusa ultra-colorida. Umas minas e uns caras toscos. Mas o importante é a democracia do evento, então eu curti tudo que pude.

Uma coisa sempre muito chata é o uso de drogas, quanta gente fumando maconha, usando doce e bala. Tinha até tiozão pagando de boy. Mas eu já conto mais sobre isso.

Depois da apresentação do Justice, veio o Marky. Eu nunca tinha visto uma apresentação ao vivo do cara. E também não foi dessa vez que eu fiquei em frente ao palco ouvindo as mesmas músicas que eu já ouvia em 2003. Fui comer e conhecer um pouco da organização do evento.

Voltei, e acho que na sequência entrou um grupo chamado Pendulum. Nunca tinha visto os caras mais gordos em toda a história. Mas o vocal parecia tão empolgado que eu me empolguei por tabela. Sem contar que ao meu lado, na grade, tinha um cara que parecia ser muito fã – com uma bandeira da Inglaterra – agitando sem parar. Com certeza uma das apresentações mais contagiantes que eu já assisti. Mesmo com mais da metade da galera prestando atenção no barquinho que passava pelo Tietê. Ou seja, olhando para o nada e curtindo menos do que um vegetal ao vento.

Depois veio o Digitalism, nada de mais. Uma apresentação legal, eu suei, pulei, gritei… Mas foi só pra constar. E depois disso veio o momento mais esperado da noite. Armin only.

Confesso que aguardava já há algum tempo para ver o mais novo melhor DJ do mundo tocar ao vivo. Mas me decepcionei com o som e com o hype. Detalhe importante: durante toda a noite a área VIP, logo na boca do palco, só estava sendo ocupada por jornalistas, fotógrafos e afins. Quando faltavam alguns poucos minutos para o início do set do Armin aquilo empesteou. Eu não sabia que o cara estava tão hypado com os super ricos. Que cena tosca, ver as mulheres de salto alto, fingindo dançar, os tiozões fingindo estar ali pelo som, tentando pegar as menininhas que fingiam dançar, mas queriam as carteiras dos tiozões. Uma visão chocante do inferno. Juntando-se a isso o set não me agradou. Então fui dar outro rolê pelas tendas, onde, eu já havia comprovado anteriormente, estavam, em grande número, os pastilhados. Depois de tudo isso, a festa foi interessante. Hum… um detalhe muito bom, mesmo com todo esse hype dos “nada a ver” pelo som do van Buuren ele se mostrou muito humilde. Sorriu a noite toda enquanto tocava e agradeceu por repetidas vezes a platéia que o acompanhava atentamente. Fiquei feliz por isso, pela simplicidade do cara e prometo que irei tentar ouvi-lo mais uma vez.

No final de tudo eu estava com uma super dor nas pernas, que valeram à pena, e um santinho do Sérgio Malandro para vereador. Interessante.

Hell City

Todos podem achar que depois disso eu voltei pra Floripa e fui feliz para sempre. Errado.

Viajei para Foz do Iguaçu, onde existem dias com 50 graus, o Paraguay do lado, bebida barata e mulheres fora da casinha. Bem, mas sobre Foz eu conto depois.

Após uma janela de vidro, logo na entrada do andar, existe um corredor à direita. Depois de passar a porta que dá acesso a essa sala encontra-se, quase que imediatamente, outra. Essa segunda porta, de Eucatex – divisória simples, branca com os detalhes laterais em preto, dá acesso à sala de um homem com aproximadamente 26 anos. Um pouco fora de forma, barba por fazer, ombros largos, cabelos pretos com um leve topete realizado com a ajuda de um redemoinho que se encontra bem no limite entre a testa e o início do couro cabeludo.

 

Usava uma camisa pólo rosa, da Lacoste, calça jeans despojada. Tem um certo estilo, nada demais se não fosse o chefe do escritório.

 

Essa era a descrição do meu chefe no dia em que ouvi uma conversa que me fez pensar em como as coisas são estranhas. Após uma menina nova aparecer no escritório e dizer para uma amiga, em comum, que tinha achado o chefe do local um gato; eu comecei a imaginar o que poderia ser isso.

 

Bem, eu não fiquei tão assustado no primeiro momento, pois isso pode ser uma reação normal para uma mulher. Achar um homem bonito. No entanto o que me deixou estupefato foi à confissão dessa amiga, em comum, afirmando que; caso não fosse casada também daria em cima do dono do maior posto da empresa.

 

Então eu comecei a me questionar, o que ele tem que eu não tenho?

 

Não que eu quisesse alguma dessas minas, mas foi uma situação muito diferente da que eu imaginava. Tem tanta gente disponível, solteira e livre por aí e por que o demasiado interesse em uma pessoa que já tem o seu par?

 

Depois dessa indagação conversei com a minha namorada, completamente indignado, por ter chegado a conclusão que a mulherada gosta é do poder. Talvez se ele não fosse chefe essa atração toda não rolaria, já que a moça – casada – me confessou que provavelmente o fato deste ter um cargo de destaque possa ser o motivo principal para a super atração da mulherada.

 

Então depois dessa conversa, indignada por mais uma descoberta sobre o universo feminino, sobre essa atitude das mulheres, eu comecei a pensar no caso dos homens também. Os homens se interessam por mulheres bonitas e inteligentes.

 

As bonitas servem para deleitar a carne e as inteligentes para criar uma família e bater um papo no fim de noite. Isso no senso comum, do qual eu acredito não fazer parte. Na verdade os homens têm, na maioria das vezes, suas conquistas amorosas como troféus que devem ser exibidos para todos. Por isso a necessidade das mulheres bonitas e burras.

 

E enquanto a maioria dos homens tem essa mentalidade as mulheres se mostram completamente dominadas pelo poder da posição e da grana. Porém minha namorada clareou a minha mente, tentando explicar por outro viés o porquê desse interesse.

 

- As mulheres procuram segurança e essa segurança pode ser dada pelo cargo, pela grana ou pelos bens que os homens têm. Isso deve vir do instinto tanto feminino quanto masculino.

 

Eu fiquei ainda mais assustado e assim eu entendi por que elas caem tão fácil naquelas histórias que os homens inventam para ter mais de uma mulher. Na verdade parece que elas desejam ser enganadas devido a essa sensação de segurança financeira. Isso me estarreceu. Mas abriu uma nova porta sobre o que a maioria das mulheres procuram em um homem, antes do senso de humor ou da inteligência. Claro que nem todas são assim, mas com certeza uma parcela bem significativa representa essa idéia com muito afinco.       

 

 

 

Desde moleque eu me questiono se o casamento é uma coisa boa ou só algo que colocaram na nossa cabeça.

Se a função do casamento era fazer com que o homem e a mulher se unissem para perpetuar a espécie, hoje já não é.  Atualmente para ter um filho não existe a necessidade de se casar -  na verdade nunca houve essa necessidade, mas hoje muito menos -, nem juntar – como diz o popular –. Muitas pessoas têm condições de sustentar filhos por conta própria sem a necessidade de uma “instituição familiar” convencional. O que torna a vida bem mais simples e interessante.

Não quero generalizar, mas nos últimos tempos tenho ficado abismado com os modelos de relacionamento que me aparecem. O meu namoro parece mais com um casamento do que os que eu presencio por aqui. Falta respeito entre homem e mulher, intransigência, ordens, falta de preocupação com o sentimento do outro. Isso assusta.

Parece que o fator morar junto acaba com tudo de bom que um relacionamento constrói para duas pessoas. É praticamente impossível entender algumas atitudes esdrúxulas e imbecis em relação a um dos “membros” do relacionamento. As pessoas deixam de cuidar delas e querem que o outro assuma tudo, isso sem manifestar nenhum sinal de gratidão. Com certeza, sintomas como esses no início de um namoro são inadmissíveis. Então, por que não manter o relacionamento como um eterno namoro? Não me parece tão difícil.

E pensando nisso, acho que esses são alguns dos motivos que fazem algumas famílias nascerem prontas para acabar. As pessoas tendem a insistir no erro. Não deixam de lado e partem para algo novo que possa dar uma nova cara para ambos. É incrível que em alguns casos a história de que o filho irá revitalizar o casamento parece ainda resistir. E isso é colocar a ponta do pé no buraco, pois os dois serão unidos para sempre por alguém que nem tem noção do está realmente acontecendo.

Eu nem sei por que estou escrevendo sobre isso hoje, mas é que olhar a relação de outras pessoas tem me incomodado de uma maneira sobre-humana. Todos acreditam que um relacionamento deve consistir de entender, fazer concessões, conversar. Mas eu só vejo ordens e coisas do gênero. O carinho sendo retribuído com brados de arrogância e soberba, o sentimento sendo substituído pelo exagero das sensações da carne. Até pareço alguém religioso falando assim.

Queria só fazer com que os outros enxergassem pelos meus olhos.

Eu acredito que sou um fã atipico do Metallica, pois tenho como os melhores albuns da banda Load e Reload. O que todo mundo discorda. Sem contar que dos meus amigos, eu acho que fui o único a realmente gostar do ST. Anger, tanto que quando eu tenho tempo ouço o CD na integra só para relembrar aquela pancadaria desmedida, mas muito boa por sinal.

Gosto dos outros períodos do Metallica, mas pra mim o albúm mais meia boca dos caras é o Black, tenho certeza que muita gente vai discordar. Detalhe, que essa opinião não é porque eles foram para o mainstream, mas só porque o albúm é meio fraco. Simples.

Vamos falar sobre o novo então, esse início foi só para deixar um pouco claro os meus gostos, Death Magnetic veio ao encontro dos fãs que viviam enchendo o saco da banda para que eles voltassem a tocar como antes, com peso, com alguma quebrada. Relembrar os velhos tempos do Thrash Metal. E eu acredito que esses fãs devem estar muito felizes, assim como eu estou.

As músicas estão arrasadoras, praticamente todas são boas com uma pegada forte e muitas quebradas. Não digo que o CD inteiro, avaliado faixa-a-faixa seja estupendo. Mas o conjunto ficou excelente. Isso não descredita o trabalho dos caras. É simplesmente muito bom ouví-los destruindo tudo. O James com aquele vocal tão peculiar – melhorado -, os caras tocando como uma banda. Isso só me deixa feliz, pois eu ainda quero vê-los tocando ao vivo.

Quando ouço esse trabalho lembro de uma coisa que me motiva a ouví-los sempre:

A capacidade de se reinventar. Enquanto outras bandas entraram em um beco sem saída, eles mandaram os fãs se fuderem e fizeram o que queriam. E acho que essa é a graça de ser uma banda foda. Fazer o que você tiver vontade e encontrar as pessoas que gostam do som que você faz. Meios para isso não faltam, então é só colocar a mão na massa.

Nesse novo albúm existem algumas forçadas de barra, mas tá legal. Como sou um ser humano, será sempre dificil gostar de tudo. Mas por gostar dessa banda sensacional eu repito uma frase que eu sempre falei para todos os meus amigos:

- Mesmo se o Metallica lançasse um CD de pagode eu compraria. Não sei se iria gostar, mas Metallica é Metallica. E por isso eu gosto tanto de música pelas várias formas que podemos interpretar um mesmo trabalho. Só depende do nosso conhecimento a respeito de determinado tema. Sintam-se livres para comentar.

Massa esse título, não? O pior que sempre que eu começo um texto com um título polêmico eu explico na entrada. Bom, hoje vocês poderão entender o que quiser.

É louco como as mulheres muitas vezes enxergam coisas que não existem. Esses dias enquanto conversava com uma colega de trabalho perguntei o porquê dela não deixar o maridão dela ver a Playboy.

Depois de alguns minutos enrolando ela me disse que não gosta que ele veja, pois ela se sente usada. Sem contar que ele pode ficar comparando ela com a “outra”.

- É quase uma traição.

Aí eu com todo o meu lado advogado dos homens intercedi pelo pobre rapaz. Perguntei o que o marido dela poderia fazer com uma mulher de papel? Qual seria a chance dele encontrar essa mulher e traí-la? No início ela concordou. Eu emendei, você deve se preocupar com as que estão perto, pois mesmo você não deixando ele olhar a Playboy, você acha que ele faz o que quando vai a praia? Ele fecha os olhos sob os óculos escuros? Enquanto você não está olhando; ele está.

Ela sorriu e mais uma vez concordou comigo, mas no final não mudou nada, ela continua pensando que se o marido dela vê a Playboy, no momento do “amor” ele vai pensar na menina da revista. Então eu entrei em ação mais uma vez, expliquei que nesse momento a única coisa que o cara pensa é na pessoa que está com ele, é claro que existem exceções, mas se o homem está com uma mulher – na maioria das vezes – não é só pelo corpo, mas sim pelo papo, pela inteligência, pois do que adianta uma mulher linda, mas idiota? Só os playboys gostam de mulheres gostosas e burras.

Não que todas as gostosas sejam burras. Mas como eu e um amigo conversamos na faculdade, é praticamente impossível encontrar as duas qualidades em uma mesma pessoa. Perdoem as ofendidas. A mulher pode ser bonita e inteligente, mas dificilmente será gostosa. Os homens que lerem esse texto irão entender o que eu estou falando. Eu até acredito que o fator que gera esse antagonismo entre beleza e inteligência vem da nossa sociedade machista, hehe.

As moças gostosas jogam o charme para encantar os homens babacas mais velhos, enquanto as bonitinhas têm que suar muito pra provar que podem mais. Sempre mais.

Voltando ao tema que inspirou esse texto, existe mais um outro caso que eu descobri de ciúmes mortal por ver/ler a Playboy. Abraham é casado com Stone. Os dois tem uma vida boa se dão muito bem, mas falou em Playboy o problema rola. No começo eu achava meio exagerado – como toda mulher que belisca o marido em frente ao stand de assinatura quando ele aponta a Playboy -, mas fui dar uma pesquisada para entender o assunto.

Da mesma forma que eu conversei com a minha colega de trabalho eu também conversei com a Stone, e então ela justificou o seu ódio mortal pelo marido olhar a Playboy.

Os dois têm um acordo. Incrível não? Ela me contou que uma vez ela elogiou um ator da TV e o carinha ficou super bicudo – atitude meio infantil, mas é a vida – percebendo isso, e ela sabendo que também não curtia que ele visse a danada da Playboy resolveu selar um acordo de “fidelidade”. Forçando um homem médio a não ver a Playboy… Impossível.

E isso se comprova diariamente, pois deu brecha a Playboy está na mão da galera. O que mais eu posso dizer. Enquanto a mulher se esforça para levar o relacionamento adiante, o homem com seu comportamento possessivo infantilóide infringe uma regra que ele mesmo criou com o seu ato mediante a um simples comentário de:

- Nossa, como esse cara está bonito.

Relacionamento difícil esse, eu acho. Ser possessivo demais acarreta em puladas de cerca, essa é a minha opinião. Ainda sobre isso, não é louco o que homem e mulher conversam separados?

Enquanto a mulher fala estritamente de assuntos profissionais, melhorar o salário, conquistar mais coisas. O homem só fala; que menina bonita, se desse mole já era. Conversas sem pé nem cabeça. Isso torna os relacionamentos algo tão complicado e mostra por que temos tantas lésbicas no mercado. Ao menos, eu acho, elas podem confiar umas nas outras.

As coisas com confiança fluem de maneira tão mais branda e normal, pois qualquer um sabe que o homem tem uma tendência muito forte a assistir filmes pornô, ver/ler revista de mulher pelada. Enquanto as mulheres praticamente não pendem – tanto – para esse lado. E por isso quando se faz um acordo desse jeito quem perde é a mulher. Mas mais uma vez; é a vida.

Por isso use a sua mulher com moderação, pois uma hora ou outra cair do cavalo é a coisa mais leve que pode acontecer com você.