Muse – São Paulo – Um show para guardar na memória
Agosto 2, 2008
Mesmo depois de ler algumas matérias dizendo que o show do Muse apresentado no Brasil estava mais para algo pequeno do que para um show real – comparando com o que podemos ver no último DVD da banda -, eu ainda estou empolgado. Um som contagiante, uma galera afim de curtir, entre outros detalhes.
Mas vamos do começo. O show teve abertura de Jay Vaquer, que me surpreendeu ao vivo. Eu já o conhecia de alguns clipes na MTV. Honestamente achei que poderia ser pior, mas ele tem uma boa presença de palco e a banda estava muito afiada. Foi uma escolha interessante, mesmo com grande parte da galera não curtindo o naipe do cantor.
Agora o Muse. Produção excelente, luzes, tudo no tempo certo. A banda estava com vontade de tocar e a galera com vontade de ouvir. Eu não consegui olhar pra trás – para me certificar se estava lotado -, mas o local parecia estar cheio. Os caras realmente têm uma pegada maravilhosa ao vivo, tocam com perfeição e entrosamento. Houve só um momento depois da primeira hora de show que o som deu uma saturada, mas nada que pudesse atrapalhar a avaliação final.
Logo de cara mandaram três músicas que fizeram surgir uma onda humana em direção a frente do palco. Eu estava com uma máquina fotográfica, e os meus óculos. Diga-se, jamais vá a um show com ingresso de pista com seus óculos.
A vibe da galera era muito boa. A excursão com a qual eu fui também tinha pessoas muito interessantes que enriqueceram a minha experiência. Foi a primeira vez que eu pude encontrar mais de duas pessoas que realmente conhecessem a banda em um mesmo lugar.
Ainda enquanto esperava a hora de entrar no HSBC – qualquer coisa – pude dar uma olhada nos mais diversos estilos presentes. Desde mauricinhos, indies, emos e deslocados.
Uma experiência que valeu cada minuto de suor e cada músculo dolorido depois do show. Eu só concluí que preciso vê-los novamente e o quanto antes. Agora é hora de aguardar a próxima missão; Justice aí vou eu.
Logo de cara mandaram três músicas que fizeram surgir uma onda humana em direção a frente do palco. Eu estava com uma máquina fotográfica, e os meus óculos. Diga-se, jamais vá a um show com ingresso de pista com seus óculos.
A vibe da galera era muito boa. A excursão com a qual eu fui também tinha pessoas muito interessantes que enriqueceram a minha experiência. Foi a primeira vez que eu pude encontrar mais de duas pessoas que realmente conhecessem a banda em um mesmo lugar.
Ainda enquanto esperava a hora de entrar no HSBC – qualquer coisa – pude dar uma olhada nos mais diversos estilos presentes. Desde mauricinhos, indies, emos e deslocados.
Uma experiência que valeu cada minuto de suor e cada músculo dolorido depois do show. Eu só concluí que preciso vê-los novamente e o quanto antes. Agora é hora de aguardar a próxima missão; Justice aí vou eu.
