Na hora do boom

Na hora do boom

Mesmo depois de ler algumas matérias dizendo que o show do Muse apresentado no Brasil estava mais para algo pequeno do que para um show real – comparando com o que podemos ver no último DVD da banda -, eu ainda estou empolgado. Um som contagiante, uma galera afim de curtir, entre outros detalhes.

Mas vamos do começo. O show teve abertura de Jay Vaquer, que me surpreendeu ao vivo. Eu já o conhecia de alguns clipes na MTV. Honestamente achei que poderia ser pior, mas ele tem uma boa presença de palco e a banda estava muito afiada. Foi uma escolha interessante, mesmo com grande parte da galera não curtindo o naipe do cantor.

Agora o Muse. Produção excelente, luzes, tudo no tempo certo. A banda estava com vontade de tocar e a galera com vontade de ouvir. Eu não consegui olhar pra trás – para me certificar se estava lotado -, mas o local parecia estar cheio. Os caras realmente têm uma pegada maravilhosa ao vivo, tocam com perfeição e entrosamento. Houve só um momento depois da primeira hora de show que o som deu uma saturada, mas nada que pudesse atrapalhar a avaliação final.

Logo de cara mandaram três músicas que fizeram surgir uma onda humana em direção a frente do palco. Eu estava com uma máquina fotográfica, e os meus óculos. Diga-se, jamais vá a um show com ingresso de pista com seus óculos.

A vibe da galera era muito boa. A excursão com a qual eu fui também tinha pessoas muito interessantes que enriqueceram a minha experiência. Foi a primeira vez que eu pude encontrar mais de duas pessoas que realmente conhecessem a banda em um mesmo lugar.

 Ainda enquanto esperava a hora de entrar no HSBC – qualquer coisa – pude dar uma olhada nos mais diversos estilos presentes. Desde mauricinhos, indies, emos e deslocados.

Uma experiência que valeu cada minuto de suor e cada músculo dolorido depois do show. Eu só concluí que preciso vê-los novamente e o quanto antes. Agora é hora de aguardar a próxima missão; Justice aí vou eu.

Logo de cara mandaram três músicas que fizeram surgir uma onda humana em direção a frente do palco. Eu estava com uma máquina fotográfica, e os meus óculos. Diga-se, jamais vá a um show com ingresso de pista com seus óculos.

A vibe da galera era muito boa. A excursão com a qual eu fui também tinha pessoas muito interessantes que enriqueceram a minha experiência. Foi a primeira vez que eu pude encontrar mais de duas pessoas que realmente conhecessem a banda em um mesmo lugar.

 Ainda enquanto esperava a hora de entrar no HSBC – qualquer coisa – pude dar uma olhada nos mais diversos estilos presentes. Desde mauricinhos, indies, emos e deslocados.

Uma experiência que valeu cada minuto de suor e cada músculo dolorido depois do show. Eu só concluí que preciso vê-los novamente e o quanto antes. Agora é hora de aguardar a próxima missão; Justice aí vou eu.

 

P.S. Tenho que agradecer ao Marcus que me emprestou umas pilhas que salvaram minhas fotos, já que as minhas acabaram alguns minutos antes do final do show. 

Deixe uma resposta