Nossa ontem o dia foi agitado. Espero ter tempo de escrever e contar tudo para vocês agora.

Então, ontem fui a tal da praia do Campeche para ver se conseguia um trampo. Mas antes disso…

Acordei na rodoviária as 10h da matina com meus amigos argentinos. Todos cozidos, pois tivemos de dormir sentados. Fui fazer a minha higiene pessoal e depois sai para procurar um bendito emprego.  Detalhe, o último banho que eu havia tomado foi no domingo a noite na casa da Ana, então eu estava todo melecado de suor do outro dia, já que eu andei mais de 10km, e ainda tinha que pegar um puta sol para  correr atrás de outros lugares.

Coloquei minha mochila nas costas, deve pesar uns 6 kg – por baixo -  e fui andar. Agora eu tenho que dizer uma coisa: Toda ver que virem alguém com uma super mochila nas costas dêem carona, pois é foda andar com tanto peso. Bom, depois de andar um monte pelo centro da cidade, pois já estava pegando trampo em qualquer lugar e a maioria dos lugares precisando de gente está no centro – que droga – não consegui nada.

Passei em um restaurante super chique, mas como eu já devia estar com um cheiro além vai ser meio difícil conseguir um emprego lá. Bem, peguei um busão e fui conhecer a tal da praia do Campeche. Pra quem não sabe de onde vem o nome é o seguinte:

O autor do”Pequeno Principe” passava várias vezes por ali para fazer suas paradas de reabastecimento e pedia as comidas em português. A pronuncia não era lá aquelas coisas e então ele pedia:

- Arroz e feijão cam peche.

E por isso o nome do lugar. Mas para saber mais sobre a história clique aqui.

Voltando a minha história. Lá é um lugar legal, mas nada de mais. Tinha um pouco de gente, alguns restaurantes, inclusive o restaurante Pequeno Principe, mas já tava meio desanimado, então nem deixei currículo. Nessas alturas eu queria mesmo era um lugar para dormir. Continua no próximo post…

Deixe um comentário